Pequenas dúvidas e questões a serem definidas.

Olá, começa aqui mais um post da célula de hardware da empresa júnior FronteiraTec, e hoje quero deixar a mostra algumas questões que faltam em nosso projeto. Relembrando, o projeto que citei, é o projeto do Fliperama que a célula está empenhada no momento.

Como base de informação, o projeto já está nos pés finais, ou seja, estamos finalizando a máquina. Escolha do jogo já foi acertada (comentada nesse post (aqui)), a bancada dos controles (aqui), o computador utilizado (aqui) e sobre a modelagem da máquina (aqui).

Essas são as principais informações prévias sobre o Fliperama, mas temos pontos que ainda não foram decididos pelos grupos. Um dos principais pontos ainda é a maneira em que vamos poder utilizar a máquina. Ex: em diversos lugares, existem jogos a partir de fichas, o que facilitaria em partes nosso serviço (depois explico o porquê). A ficha então seria comercializada obviamente, por um preço fixado X, que disponibilizaria Y minutos para a diversão. Essa é a ideia de utilizarmos a ficha como “Start”, mas como tudo tem alguns problemas, a ficha talvez trouxesse algumas dificuldades, como por exemplo comercializar dentro da Universidade, mesmo tendo como objetivo principal o estudo e conhecimento da empresa júnior. Talvez exista  uma certa “preguiça” de certos usuários para ir em busca do jogo, lembrando que o pessoal precisaria ir comprar a ficha em tal lugar para depois conseguir jogar. Como cada ideia acrescenta um pouco mais, a ficha poderia ser disponibilizada como “troco” por exemplo, digamos que tenha uma sobra de X valor em um lanche na cantina (EXEMPLO) e você recebesse invés de X valor, uma ficha para poder usufruir do jogo, é ou não é uma ótima ideia?

A outra principal ideia, é utilizarmos moedas de X valor como “início” do jogo. Esse método também é bastante utilizado em diversos jogos, mas lembre, o nosso Fliperama difere totalmente com as máquinas caça-níquéis, por ter um objetivo experimental, prático e desenvolvido por uma empresa de inovações (FronteiraTec). Enfim, essa ideia se basearia no seguinte exemplo: Um usuário carrega algumas moedas no bolso, e como frequentemente não são utilizadas, iria “gastar” no Fliperama. Até aí tudo bem, mas o simples fato de termos que definir um valor X fixo para esse jogo dificultaria um pouco nossa vida. Existe um equipamento obtido por nosso colega Laurivan Sareta, e que será descrito nos próximos posts pelo Emanuel Rigotti, que faz a passagem da moeda inserida para a máquina. O problema é que observamos em testes, que conforme é inclinada a máquina, qualquer ou grande parte de todas as moedas passam e consequentemente liberariam o jogo. Ou seja, caso utilizarmos essa técnica, temos que achar o valor X fixo que seja compatível com o tempo Y, e um meio em que apenas a/as moeda/s daquele valor passem e libere o jogo.

Essas decisões com certeza não afetarão outras partes já definidas (antes citadas), mas é um dos detalhes que precisam ser definidos. Por hoje é isso, e esperem por mais informações nos próximos post dessa semana. Meu nome é Natan J. Mai e foi um prazer escrever novamente.

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