II Seminário de Computação: Games, a visão do desenvolvedor!

A palestra foi apresentado por Alex Reimann e Michel Tartas, durante a apresentação foram abordados alguns tópicos que serão brevemente comentados aqui:

 

Qual o objetivo de um game e por que desenvolver?

O objetivo de um game pode variar muito e ter várias características bem distintas mas geralmente os dois motivos principais de se desenvolver um game são diversão e dinheiro, na grande maioria dos games esta é a realidade. Os desenvolvedores buscam fazer com que o jogador se divirta enquanto eles (os desenvolvedores) ganham dinheiro com a venda desse “período de diversão”.

Porém, atualmente esta realidade vem mudando com o lançamento de jogos de edutenimento, que são basicamente jogos que buscam educar e divertir ao mesmo tempo.

 

Entendendo um game, máquina de estados!

Peguemos um jogo de flash, simples, como aqueles jogados em click jogos ou Kongregate por exemplo, este  game pode ser considerado uma máquina de estados:

Maquina de estados

 

Começando em um estado chamado “Preloader” que consiste em carregamento das informações básicas do jogo, para evitar carregamento de informações e lentidão durante o jogo. Este estado após carregado leva ao Menu.

O “Menu” consiste em um estado onde o jogador escolhe se vai jogar ou ver os créditos do jogo. Levando ele ao estado de Jogar ou Créditos.

No estado de “Jogar” será o estado onde o jogador passará seu tempo se divertindo, passando de fases… Até que ao terminar o jogo será levado ao estado de Créditos.

Os “Créditos” são um estado em que consiste em falar todos aqueles que participaram da criação do jogo, seja através de programação, música ou arte.

 

Execução de um jogo

O “Loop” que mantém o jogo funcionando:

1) Carregar todas as entidades e instancia-las (jogadores, munição, inimigos…)

2)Laço{

  • Processamento de entrada
  • Alteração do estado de simulação
  • Saída gráfica e sonora

}

Técnicas ao longo dos anos, utilizadas nos games.

Algumas das técnicas empregadas ao longo dos anos nos games, que os inovaram:

  1. Máscara de Transparência
  2. Ray Casting
  3. Árvores BSP
  4. Potentially Visible Set

 

Tri-Force dos Games.

Aquilo que forma um jogo:

Triforce.svg

 

Design é a base da pirâmide e compreende, todo o roteiro, história, personagens, oque pode e não pode ser feito e como deve ou não ser feito…

Assets, também chamados de arte, compreende desenhos, imagens, modelos 3D, sons, música e outras várias coisas relacionadas a arte dentro dos jogos…

Programação o lado do código, procurando evitar bugs e tornando tudo que foi planejado no design “real”.

Parece loucura, mas este é o triângulo de desenvolvimento dos jogos, tudo que mantém um bom jogo e sua fama é o design, afinal ele é a base da pirâmide mas é uma base que pode cair a qualquer momento.

Quando jogos se destacam muito acima dos outros como Skyrim, significa que ele excedeu os “limites” normais desta pirâmide e é excelente nos três aspectos, design, programação e Assets.

 

Futuro dos games

Com a entrada do League of Legends, para a League Champions Series nos Estados Unidos da América, abrem-se portas para os games, sendo um jogador de League of Legends agora considerado atleta (assim como um atleta da NBA) e podendo ter uma carreira profissional, apesar de ser novo este conceito de carreira profissional no mundo, está se tornando uma tendência e virá mais forte do que nunca.

Já se ouvem comentários de que no futuro atletas de eSports (Esportes Eletrônicos) vão ganhar mais do que atletas olímpicos, mas até agora são especulações…

Mas posso concluir afirmando que o mundo começou um grande despertar para os jogos e este é um mercado em forte expansão.

 

NBA-Logo-wallpaper League Champion Series

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